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Opinião/Reflexão/Crônica

Pensando com os leitores

Publicada em 26/04/19 às 12:56h - 554 visualizações

por Francisco Nery Júnior


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Pensando com os leitores
 (Foto: Ilustração. O Pensador, de Rodin)

O que primeiro veio à mente foi “Considerações filosóficas”. Mas no Brasil de tantas e pródigas preocupações terra-a-terra de sobrevivência, vai Pensando com os leitores. Ou tem coisa melhor quando eles, preocupados com o semelhante e com a cidadania, nos abordam nas ruas e nos supermercados (nossos shoppings) com o que de melhor têm para colaborar. “Co”, a propósito, é a forma reduzida de “com” e laborar, do latim, “trabalhar”. Consequentemente, trabalhar com o próximo é a forma – correta – de buscarmos, todos, as soluções para uma vida melhor, vida de felicidade, sempre lembrando o professor Lessa.

Seguindo ou, sem pretensão, conduzindo o leitor, parceiro desta escrita, a lembrança de Ariano Suassuna mais ou menos assim: “Pobre gosta é de cultura. Dizem que cachorro gosta de osso. Cachorro gosta mesmo é de filé! Coloque um osso à sua frente e um pedaço de filé. O cachorro indiscutivelmente vai pegar o filé”. E o povão, nós povão, muito bem sabe que as nações bem sucedidas são aquelas que ouvem os seus filósofos. Não importa que eles às vezes façam bobagens ou divagações estéreis por assim dizer. Os do momento do poder nacional poderiam ser aqui enquadrados. Mas vamos dispensá-los. Fica a conta do resultado positivo. Sabemos que a bíblia afirma que o sábio perseguido pode obrar bobagens.

O que o autor quer dizer? Nada. Absolutamente nada. Talvez apenas transmitir. Não se acomodar. Amiúde procurar sarna para se coçar. Ainda bem que no nosso caso a boa coceira da mente, da amizade e da convivência. Um amigo afirmou que escrevo para uma elite. Absolutamente não. Ou sim, se considerarmos o povo de Paulo Afonso como elite de sertanejos fortes. Outro levantou a acusação, consideração para manter o clima da crônica, de puxa-saquismo. Coisa melhor, consubstanciando a consideração, que puxar o saco dos leitores?

Coisas terríveis e inusitadas nos acontecem. Vêm para espicaçar com lanças pontiagudas a nossa paz. Pegam-nos de surpresa e nos fazem sofrer. Muitas são legais, consequência de leis extemporâneas pouco amadurecidas. Algumas – e ficamos por aqui – nos separam de seres que embalamos, protegemos e amamos profundamente. C’est la vie, dizem os franceses. São as aflições, diz a bíblia. São os tombos que nos empurram para a frente, consagra o povão.

A nossa intenção? A intenção foi massagear um pouco o ego de um povo que pena e insiste em não desistir de viver em um país coalhado de injustiças e privilégios imorais. A publicação certamente enobrecerá a direção do site.





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