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Destaque do Jornal Folha Sertaneja

Outubro – mês do São Francisco: o Santo e o Rio - O rio da Vida está morrendo...

Atualizada em 15/03/2023 - às 22:20 horas, com acréscimo de fotos da Rota do Imperador, em Out/2009(no final).

Publicada em 01/11/23 às 16:25h - 663 visualizações

Antônio Galdino ´


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Outubro – mês do São Francisco: o Santo e o Rio - O rio da Vida está morrendo...
 (Foto: Arq. do jornal Folha Sertaneja. Fotos da Rota do Imperador: João Tavares (in memorian) e Ricardo Costa)

Destaque do Jornal Folha Sertaneja em Outubro/2023

Este site www.folhasertaneja.com.br fechou o mês de outubro de 2023 com um recorde de acessos deste ano. Foram 138.678 acessos em um mês um que significa que houve uma média de 4.473 por dia a esse site. Isso exige deste editor, a cada dia, mais cuidado com o conteúdo aqui apresentado, a qualidade dos textos elaborados pelo site e também com o material que nos chega diariamente.

Todos os meses o site destaca um ou mais conteúdos publicados no Jornal Folha Sertaneja online que, mesmo também disponibilizado neste site, agora em local de mais destaque, e também enviado por mailing de E-mails e de WhatsApp, também são também destacados no site, em homenagem e respeito aos leitores do site que, assim, têm acesso direto a estas notícias, reportagens maiores, sobre temas de interesse regional.

O que trazemos a seguir, não é um texto bem pequeno como se costuma ver na internet. É um tempo grande, com muitas ilustrações, feito para ler com atenção e análise do seu conteúdo. Ler quando se tem mais tempo, talvez nesses dias de feriadão...

O que estamos reproduzindo é uma matéria colocada inclusive na capa do Jornal Folha Sertaneja do mês de setembro e que trata da continuada preocupação deste editor, que tem falado e escrito sobre esse assunto muitas vezes ao longo dos quase 20 anos de vida do Jornal Folha Sertaneja (completa 20 anos em fevereiro de 2024), que é o nosso tão importante Rio São Francisco. Por falta de atenção dos governos, desde décadas, talvez séculos atrás, para a sua total revitalização, estamos voltando ao assunto. Tenha certeza que voltaremos a esse tema outras vezes. Para cobrar ou aplaudir. Obrigado por sua atenção. 

Leia o nosso destaque de Setembro do Folha Sertaneja. Se desejar, deixe um comentário e compartilhe com outras pessoas. É mesmo um tema muito importante para todos nós. Abraço fraterno. Professor Galdino.

 

O santo do rio

No Século XII, em 5 de julho de de1181 ou 1182, nascia em Assis, na Itália, Giovanni di Pietro di Bernardone. Era filho de Pica Bourlemont e Pedro Bernardone Maricone.  No dia do seu nascimento, o seu pai, rico comerciante de tecidos, estava na França e ao retornar a Assis, rebatizou-o com o nome de Francesco.

Mesmo de família rica, não aceitava o nível de pobreza que via à sua volta. Decidiu fazer votos de pobreza e se dedicar à causa dos mais humildes.

Faleceu com apenas 44 anos de idade, em 3 de outubro de 1226. Em 16 de julho de 1228, foi canonizado pelo Papa Gregório IX.

Dia 4 de outubro é o dia da festa litúrgica de São Francisco de Assis, considerado o padroeiro dos animais e da ecologia.

 

O rio São Francisco

De forma habitual, os navegadores portugueses, nação católica, iam dando os nomes dos santos do dia, aos acidentes geográficos que iam encontrando em suas viagens pelo mundo.

Em 4 de outubro de 1501, há 522 anos, uma expedição comandada por Américo Vespúcio e Gonçalo Coelho – outros falam em André Gonçalves-, chega a foz de um grande rio, em território brasileiro, que os índios chamavam de Opará, que na língua tupi, significa rio-mar. Deram-lhe o nome de rio São Francisco.

Ao longo dos séculos, várias outras expedições percorreram todo o caminho desse rio de quase 3 mil quilômetros (2.860), desde a sua nascente histórica, encontrada na Serra da Canastra, no município de São Roque de Minas, no Estado de Minas Gerais e o rio São Francisco, que nasceu pequenininho, numa poça d`água, agigantou-se e as suas águas, nos seus 2.860 quilômetros, além de Minas Gerais, banha terras da Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe e a sua Bacia Hidrográfica, de mais de 600 mil quilômetros quadrados, ainda alcança terras de Goiás e do Distrito Federal.  

...Chegando em Paulo Afonso, fez aquela alegria”.

No seu caminhar na direção do mar imenso, foi criando maravilhas que encantaram ao Imperador D. Pedro II, ao poeta Castro Alves e geraram ideias como em Delmiro Gouveia e Apolônio Sales e, depois de muito frutificar em Petrolina e região e fazer a “alegria” da Cachoeira de Paulo Afonso, que já registou o volume de 18 mil metros cúbicos de água por segundo despencando do alto dos 80 metros dos seus paredões de granito e “hoje vemos suas águas transformadas em energia”, como cantou poeta Lula Tenório, as suas águas foram “bater no meio do mar”.

Registros históricos dão conta que, ao longo desses muitos séculos, o rio impetuoso, no seu encontro com o Oceano Atlântico, chegava a avançar mais 4, 6 até 8 quilômetros mar a dentro...

Outro poeta, Diogo Andrade de Brito, pioneiro de Paulo Afonso, escreveu certa vez, ao ver a imensidão das águas da Cachoeira de Paulo Afonso – “as águas da Cacheira, rolam, sem parar...”

Não é bem assim o que acontece hoje. A Cachoeira rouca, como cantou Luiz Gonzaga, o Rei do Baião e poetizou Marcos Antônio Lima, da ALPA, se era rouca, emudeceu.

Como disse o seu colega da ALPA, Jotalunas Rodrigues, “A cachoeira que era rouca, / com os anos, ficou pouca, / cercada de ferro e cimento...”

Outro apaixonado pelo rio São Francisco, José Carlos Feitosa, conhecido como Carlinhos da Sala dos Visitantes, historiador, de saudosa memória, escreveu um poema em março de 1980, quando as águas da cachoeira ainda rolavam sem parar, onde ele diz, profético:

“Choro contigo, Velho Chico. / Sei que a queda da Cachoeira / Será, em breve, apenas um retrato na parede.”

Eu, como Carlinhos da Sala dos Visitantes e milhares de outras pessoas já tivemos o privilégio de ver e de fotografar muito e filmar, estas águas inquietas em agito constante, dia e noite, por dezenas de anos, sem parar, como disse o saudoso Diogo, estas muitas águas da Cachoeira de Paulo Afonso que encantou o Imperador D. Pedro II, Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, artistas como Hilson Costa e suas aquarelas e milhares de pessoas do mundo todo...

Também ecoaram pelos sertões a dentro a teimosa insistência do beato Antônio Conselheiro que pregava a todo instante que o Sertão, de secas incrementes afugentando o povo para outras regiões e de sol a pino, ia virar mar.  “O Sertão vai virar mar”, apregoava o boato aos quatro ventos sertanejos.

E construíram a barragem se Sobradinho e, com ela se formou o imenso reservatório aprisionando suas muitas águas – 34 bilhões de metros cúbicos - que se espalham por um território imenso de 4.214 quilômetros quadrados.

E como esse mar no Sertão parecia ser pouco, vieram outros mares menores: o Reservatório de Itaparica com perto de 12 bilhões de metros cúbicos de água e o Reservatório de Moxotó, em Paulo Afonso, como 1,2 bilhão de metros cúbicos de água.

Também se fechou o cânion de 65 quilômetros, de Paulo Afonso/BA até chegar à barragem da Usina Hidrelétrica de Xingó, em Canindé do São Francisco. O leito do rio, dentro do cânion, tem mais de 3,2 bilhões de metros cúbicos de água e, em alguns trechos a sua profundidade chega a 170 metros.

Em todo esse caminho das águas do Velho Chico, as muitas barragens foram dizimando muitas espécies de peixes, mesmo tendo a Chesf o cuidado de produzir, milhões de alevinos, de várias espécies, em seus tanques de Piscicultura de Paulo Afonso e ir repovoando os seus muitos grandes reservatórios.

Depois dessa longa caminhada, as águas chegam ao Baixo São Francisco e seguem na direção do mar, cerca de 240 quilômetros adiante.

Nesse trecho, especialmente na foz do rio, entre Piaçabuçu/Alagoas e Brejo Grande/Sergipe é que se pode ver como o Velho Chico perdeu suas forças.

Visualmente isso pode ser constatado pelos que visitam a foz do rio São Francisco. Ali existia um povoado chamado Cabeço e nele, em local mais elevado havia um farol para orientar as embarcações. As águas do mar destruíram todo o povoado e o farol pode ser visto no meio das águas do mar.

Em um Globo Repórter chamado O RIO SÃO FRANCISCO, exibido pela Rede Globo de televisão ainda no ano de 1998, há 25 anos, uma moradora desse povoado. D. Luzinete Ferreira de Lima, dizia ao repórter José Raimundo: “O São Francisco perdeu suas forças. O mar tá engolindo o rio...”.Veja em https://www.youtube.com/watch?v=jNr7XoHKDGo. (depoimento no final do vídeo, a partir de 40:42min)

Recentemente também foram noticiados fatos que mostram que o rio que antes “ia bater no meio do mar”, invadindo mais de 4 quilômetros mar a dentro, hoje vive fenômeno inverso. É o mar que está invadindo o rio.

Uma reportagem mostrou há alguns anos atrás que um tubarão martelo, que seria um peixe de água salgada, do mar, foi encontrado rio acima, como explica Ferdinando de Sousa em artigo chamado “Os tubarões do rio São Francisco”, publicado na net em 15 de julho de 2019.

(https://ferdinandodesousa.com/2019/07/15/os-tubaroes-do-rio-sao-francisco/)

Apesar de, aparentemente, parecer absurdo, as águas do baixo curso do rio São Francisco estão sendo visitadas por tubarões numa frequência cada vez mais alta. Os tubarões da espécie cabeça-chata (Carcharhinus leucas) lideram as ocorrências de avistamento e captura no Baixo São Francisco”.

Outra preocupação dos estudiosos do rio São Francisco é o fato de, ao perder forças, o mar entrar em suas águas por quilômetros e o homem, morador ribeirinho, deixa de ter acesso à água doce do rio. Veja o que diz o autor deste artigo:

“Em décadas mais recentes, após a construção de grandes barragens como a de Sobradinho e a de Xingó, a força dos caudais do rio São Francisco diminuiu de forma exponencial, mostrando toda a fragilidade ambiental da região. Essa redução dos caudais na direção da foz minou as forças do Velho Chico, deixando-o cada vez mais vulnerável ao avanço das águas do mar terras a dentro. Hoje, a salinização das águas do Baixo São Francisco é um dos maiores problemas regionais, afetando desde a pesca e a agricultura até a saúde das populações, cada vez mais exposta ao consumo de água com altos níveis de sal. Para ter acesso a água potável, moradores das margens do Baixo São Francisco precisam, muitas vezes, viajar vários quilômetros em busca de nascentes dos pequenos afluentes do rio ou de cacimbas, onde a água ainda não está contaminada com altos níveis de sal.”

E, acrescenta Ferdinando de Souza:

A alta salinidade da água consumida por essas populações é fatal para a saúde dos seres humanos. A água doce ou potável que todos nós consumimos diariamente é aquela que apresenta uma concentração máxima de sal de 0,5 gramas por litro. Já a água salgada ou dos oceanos, apresenta níveis de concentração de sal superiores a 30 gramas por litro.”

Este é o nosso rio São Francisco que tem sido a razão da vida de milhões de moradores das regiões por onde passa. Os seus multiusos têm permitido o desenvolvimento econômico de todo a região Nordeste.

O rio São Francisco da navegação que fica cada vez mais difícil em face do grande assoreamento de suas margens e criação de grandes bancos de areia em vários trechos do rio. O rio São Francisco da irrigação, do turismo, da energia hidroelétrica...

A partir da energia hidrelétrica de suas águas, mudou-se radicalmente toda esta região e costumo dizer sempre que a história do Nordeste tem dois grandes e distintos capítulos: o primeiro, do Nordeste miserável, de índices de desenvolvimento humano piores que os países mais pobres da África, onde o analfabetismo imperava. Esse era o Nordeste A/C – antes da Chesf.

Tudo isso antes de janeiro de 1955, quando a Chesf inaugurou a sua Usina Paulo Afonso e as suas linhas de transmissão levaram a energia elétrica, a “luz de Paulo Afonso”, para Salvador e para o Recife de onde se espalhou pelo Nordeste, e hoje, com o sistema interligado, esta luz, de origem pioneira nas Usinas de Paulo Afonso, ajudam a desenvolver o Brasil.

A partir de 1955, começa o capítulo do Nordeste D/C – depois da Chesf, cuja história todos conhecemos hoje.

E aí, o contrassenso. Tanta exploração do potencial hídrico do rio São Francisco para tanto progresso, na navegação, já difícil pelo assoreamento de suas margens, no turismo crescente, na irrigação de milhares de hectares, na produção de energia hidrelétrica, o homem, os ribeirinhos, os governantes das centenas de localidades beneficiadas por esse rio, os governos dos Estados e o Governo Federal não têm feito o dever de casa de cuidar melhor desse grande promotor de todo o desenvolvimento do Nordeste.

Muitas vozes, ao longo dos séculos e, muito especialmente neste século 21, têm se levantado, gritando a plenos pulmões, que o rio São Francisco está agonizando, morrendo aos poucos, tão grande é a quantidade de esgotos “in natura” que recebe de centenas de povoados, cidades, grandes metrópoles.

Cientistas vêm alertando que também é insuportável a carga de agrotóxicos que o rio recebe a todo instante. Grandes, fazendas ao logo do rio, desmataram suas margens e as transformaram em imensas plantações de grãos ou em pasto para seus enormes rebanhos... 

A grande luta para a revitalização do rio São Francisco vem de muitas décadas.

Em 2006, quando o foco era o início das obras de transposição do rio São Francisco, muitas vozes se levantaram.

De um lado, políticos ligados ao governo do presidente Lula e sua ministra do meio ambiente e outros, com interesses não divulgados, saíram em defesa desse megaprojeto com a promessa básica que ele iria levar água para mais de 12 milhões de nordestinos.

Outro grupo de cientistas, geógrafos, e até representantes da Igreja Católica se levantaram contrários a esse projeto sem que antes houvesse um grande projeto de revitalização deste rio. O Bispo de Barra, Dom Luís Flávio Cappio, fez duas grandes palestras em Paulo Afonso, uma na quadra de esportes do IFBA e outra no Memorial Chesf. Ele fez uma greve de fome de 24 dias, iniciada em 27 de novembro e encerrada em 19 de dezembro de 2007. O desejo, dele e de muitos outros, era que a transposição teria que ser antecedida da revitalização.

O assunto foi tema do TCC de uma equipe chamada Águas Inquietas, de que fui coordenador, do Curso de Pós-graduação em Política e Estratégia, da ADESG/BA, e ali estão os principais personagens que estavam a favor e contra a transposição.

No Primeiro Encontro dos bispos da Bacia do Rio São Francisco, realizado em Bom Jesus da Lapa, 3 de dezembro de 2017, o 1º Domingo do Advento, 12 bispos, inclusive D. Guido Zendron, da Diocese de Paulo Afonso, e um monsenhor, representantes de várias regiões ligadas ao rio São Francisco, assinaram a Carta da Lapa, cobrando ações para a urgente revitalização do rio São Francisco. (Cartilha Ecológica do Rio São Francisco – Regional Nordeste 3).

Mas essa revitalização, sempre prometida por vários governos nunca é feita como grande projeto de governo com grande impacto e muitos recursos e feita em todo o caminho das águas desse rio, sem interrupções costumeiras e, enquanto ela não vem, enquanto os políticos não se sensibilizarem do grande mal que estão fazendo ao Brasil, o nosso amado rio da unidade nacional, razão do grande desenvolvimento regional está morrendo, aos poucos, perdendo as forças.

E como questiona, sem resposta, o poeta Jotalunas Rodrigues:

“E se você se for, velho rio,

O que é que vamos fazer?

“E se você se for, velho rio,

Como é que vamos viver?...”

E isso me faz lembrar o Engenheiro Agrônomo José Theodomiro Araújo que nasceu em Petrolina/PE, mas pela sua incansável luta em defesa do rio São Francisco ficou conhecido como o Velho do Rio, tendo sido homenageado pela Assembleia Legislativa da Bahia como cidadão baiano.

Ele faleceu em 5 de dezembro de 2003 e em uma de suas muitas defesas do rio São Francisco ele disse:

“Está enfraquecido o Velho Chico, e agoniza, jurado de morte que foi, pela ganância e inconsciência dos seus próprios filhos. E quando ele morrer, no lugar onde é hoje a cachoeira de Casca D`anta, nós que o amamos, faremos fixar no paredão da serra, o epitáfio: ‘Por aqui passou um rio que foi destruído por um povo que usou a inteligência para praticar a burrice”.


Por aqui, com a nossa voz pequena, fazendo eco nos paredões de granito do cânion do rio São Francisco, pedimos aos senhores vereadores e vereadoras de Paulo Afonso, Glória, Rodelas, Abaré e todos os outros municípios baianos ribeirinhos do rio São Francisco, mas também àqueles dos municípios de Minas Gerais, de Pernambuco, de Alagoas, de Sergipe que falem com os seus representantes nas Assembleias Legislativas dos Estados, na Câmara e no Senado Federal que se unam na defesa desse rio que já foi considerado o rio da unidade nacional.

Aos eleitores de todos os municípios da Bacia do Rio São Francisco, é importante que saibam que, sem esse rio, nem os municípios onde cada um vive existiria.

Portanto, eleitores da Bacia do Rio São Francisco, digam aos seus candidatos a vereador que já se movimentam com o olhar nas eleições de Outubro de 2024, que busquem resultados urgentes, junto aos seus deputados estaduais e federais e aos senadores da República e, através deles, aos Ministros e ao Presidente da República que o seu voto, de grande valor no ano eleitoral, está condicionado aos resultados imediatos, urgentes, que em ações de revitalização, total e permanente do nosso aniversariante de 4 de outubro, o Rio São Francisco.

Fotos a seguir: da Expedição Rota do Imperador, comemorativa dos 150 anos da visita do Imperador à Cachoeira de Paulo Afonso, fazendo essa rota, pelo rio São Francisco, até Piranhas e dali seguindo para a Cachoeira de Paulo Afonso, a cavalo. Este evento foi organizado pelas prefeituras alagoanas - Piranhas, Delmiro Gouveia e outras com o apoio do Governo do Estado de Alagoas. (Fotos da Rota do Imperador; João Tavares (in memoriam) e Ricardo Costa).

Fotógrafo e cinegrafista Ricardo Coste e a Equipe do Departamento Municipal de Turismo de Paulo Afonso em outubro de 2009, Cristiane, João, Marlos e Galdino, participando da Rota do Imperador, a convite da Secretária de Turismo de Delmiro Gouveia,  na época, Wilma Rogers




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2 comentários


Marta Wanderley Ayres

05/11/2023 - 10:41:23

Prof. Galdino,Que texto!!! Vem-me à mente um pensamento atribuído a Frederich Nietcszhe:"Aqueles que dançavam foram tidos como loucos por aqueles que não conseguiam ouvir a música".Pra mim você é isso. Desejo muita saúde prá continuar sua missão de alerta.


Jotalunas

01/11/2023 - 17:16:22

Bela matéria professor, retrataste bem a realidade do nosso Velho Chico. Parabéns 👏👏👏👏.


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