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Política

Vereador Jean Roubert se posiciona sobre a preservação do meio ambiente e do rio São Francisco, em especial

Publicada em 13/06/21 às 00:05h - 256visualizações

por Assessoria do Vereador


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 (Foto: Assessoria do Vereador e Arq. Folha Sertaneja)

Neste mês de junho, quando os olhares se voltam mais acentuadamente para as questões ambientais e, de forma especial para a defesa do rio São Francisco, o Vereador Jean Roubert Felix Netto apresentou no plenário da Câmara e pelas redes sociais sua posição de permanente apoio às ações em defesa do Meio Ambiente e deste rio da unidade nacional, o São Francisco, sem o qual não haveria a Chesf, nem o município de Paulo Afonso.

“O Dia Mundial do Meio Ambiente foi criado em 1972 e tem por objetivo conscientizar a respeito da importância de preservar os recursos naturais. O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em 05 de junho e tem por finalidade criar uma postura crítica e ativa em relação aos problemas ambientais existentes no planeta.”, disse o vereador.

No livro Rio São Francisco em Prosa e Versos, publicado pela Academia de Letras de Paulo Afonso, da qual Jean Roubert faz parte e ocupa a cadeira Nº 25 que tem como patrono o alagoano Graciliano Ramos, ele publicou um texto que foi também um pronunciamento seu em defesa da revitalização do Rio São Francisco apresentada na tribuna da Câmara Municipal de Paulo Afonso pelo vereador Jean Roubert Félix Netto, na Sessão Ordinária do dia 16 de Outubro de 2017.

A irracionalidade humana e a destruição do Rio São Francisco

Jean Roubert Félix Netto

Irmãos brasileiros, meus conterrâneos sertanejos:

Não há mais tempo a perder. Não se permite mais o discurso falacioso sem a força de execução. O que está em jogo não se restringe a promessa eleitoreira, mas, a vida do Rio São Francisco e, com ele, a sobrevivência humana de muitos.

O que se observa são apenas pronunciamentos políticos verbalizados, quando, no mundo concreto não existem atos reais voltados à defesa do Rio da Integração Nacional, como no caso da ausência de recursos financeiros suficientes destinados à sua revitalização.  

O Rio São Francisco está morrendo, sim, de fato, o Velho Chico está sendo levado à sepultura e, com ele a derrocada de um país, e, principalmente, a vida de muitas vidas. Vamos todos à morte junto com o Rio São Francisco.

Atentar contra uma riqueza de tamanha grandeza e de recursos naturais incalculáveis, que integra o Brasil percorrendo os estados de Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas, sendo responsável pelo desenvolvimento socioeconômico país a fora, cuidando por transportar, especialmente, cimento, sal, açúcar, arroz, soja, madeira e gipsita, incluindo o transporte de pessoas, sobretudo de turistas, é um ato inimaginável.

Como entender, então, tamanha irracionalidade advinda de seres humanos, que deveriam, no mínimo, pensar, antes de dar azo à sua própria destruição.

O capitalismo voraz e o consumismo exacerbado têm arrebatado a racionalidade humana, de modo que sua insanidade vem contribuindo para a destruição não só do São Francisco, mas, sobretudo, a sobrevivência do ser humano.

Agora, a situação se agrava, quando os homens, após destruírem suas matas ciliares, seus peixes e poluírem suas águas, resolveram alterar seu curso natural. A esta ideia estúpida se deu o nome de transposição.

A transposição que, na verdade é uma transfusão de suas águas, alterando seu curso natural, deixando o rio anêmico, o destrói, sangrando cano a cano, estrada à fora até chegar no seu destino final, sem força, brilho e luz. 

Será que não vamos evoluir antes que seja “cortada a última árvore, poluído o último rio, pescado o último peixe, para assim, entendermos que o homem não pode comer dinheiro”, como diz esse pensamento indígena?

Ativista, assim, na luta pela preservação do meio ambiente temos que nos engajar na política pública pela revitalização do Rio São Francisco, pois, sem rio não há desenvolvimento, não existe vida.

Neste sentido, assumo a defesa, principalmente, por ser um parlamentar vocacionado à defesa do meio ambiente e, com ele, o Rio que integra o País, por reconhecer a sua importância e seu valor incomensurável.

O velho Chico é patrimônio nacional! É de todos nós!

É dever do Estado defendê-lo e protegê-lo! Vamos todos juntos à luta, antes que seja tarde demais e a vida humana não mais exista.

Salvemos o Rio São Francisco; Cuidemos do Velho Chico e protejamos a vida!

Vereador Jean Roubert Félix Netto

Plenário da Câmara Municipal de Paulo Afonso

 




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