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Servidora municipal em grave estado de covid-19 recebe alta e atesta trabalho realizado na UTI do HMPA

Na saída da paciente, homenagens e celebração pela vida foram marcadas por apresentação musical, o carinho e a emoção da equipe

Publicada em 16/02/21 às 12:17h - 365 visualizações

por Ascom/PMPA


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Servidora municipal em grave estado de covid-19 recebe alta e atesta trabalho realizado na UTI do HMPA
 (Foto: Divulgação Ascom PMPA)


A alta da servidora municipal Keila Viviane Xavier, na manhã desta segunda-feira (15), atesta, mais uma vez, o trabalho que vem sendo desenvolvido na UTI Covid do Hospital Municipal Aroldo Ferreira (HMPA), localizado no BTN. A enfermeira, que possui diversas comorbidades, passou 19 dias internada e a sua recuperação entra na estatística dos 67 pacientes que tiveram alta na unidade de saúde desde a sua abertura.

Na saída da paciente, homenagens e celebração pela vida foram marcadas por apresentação musical, o carinho e a emoção da equipe. De acordo com o coordenador médico, Henrique Coelho, essa é mais uma vitória, uma vez que a unidade de saúde só trata casos extremamente graves. “Hoje tivemos a maior felicidade e prova da competência da equipe da UTI porque conseguimos tratar essa paciente com diversas comorbidades, que foi intubada e extubada, com comprometimento pulmonar extenso. É realmente uma grande conquista para todos nós que estamos aqui, vivenciando todos os dias a realidade desses pacientes. Essa alta tem ainda um sabor especial por Keila fazer parte da nossa equipe da UTI”, diz Henrique.

“Nossos pacientes são extremamente graves, então cada paciente melhorado é uma vitória muito grande. Nossa taxa estimada de óbito (chance do paciente morrer ao chegar na unidade) é de 45%. Nossa taxa de óbito institucional atual gira em torno de 18%, ou seja, estamos conseguindo reverter uma condição de morte em torno de 50%”, explica o médico.

Ele ressalta que a unidade está totalmente equipada para tratar qualquer caso clínico que necessita de suporte intensivo: ventiladores mecânicos, hemodiálise, gasometria e ultrassonografia na beira do leito, além de amplo arsenal farmacológico, mais completo do que qualquer outra unidade na cidade, pública ou privada.

“Temos não só uma equipe preparada, mas que trabalha acima de tudo com amor e dedicação, humanizando o tratamento e ofertando uma internação acolhedora. Para nós, a cada paciente que tem alta é uma verdadeira emoção”, diz a coordenadora geral, Priscila Naiara.


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