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in memoriam
Professor Antônio Galdino

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HOMENAGENS IN MEMORIAM ANTÔNIO GALDINO

O último namoro de um redator-chefe

Publicada em 02/09/25 às 21:30h - 521 visualizações

Francisco Nery


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O último namoro de um redator-chefe
Professor Galdino e sua esposa Lurdinha em um passeio no parque Belvedere de Paulo Afonso.  (Foto: Filha Patrícia)
Trata-se, o leitor já deve desconfiar, do nosso redator-chefe Antônio Galdino; redator da Folha Sertaneja.

Ele estava no Recife, dentro de um hospital daqueles que costumamos reputar competentes; avaliação [feita] daqui de Paulo Afonso. Pois assim careceu acontecerem as coisas em relação a um ser exemplar e único.

Galdino era eminentemente despojado das coisas materiais. Roupas, imóveis, veículos, coisas do tipo, eram para ele reles acessórios no processo de produção, para não grafarmos simples meios para melhor servir ao próximo, especificamente a Paulo Afonso.


Partiu para o grande centro nos deixando certos da sua volta. Omitiu alguns sinais vermelhos para não nos aperrear. Imaginava-se, cremos, um forte jequitibá duro na queda ainda pronto para florescer e servir.

Fraquejou finalmente após uma vida rica em frutificação deixando a nós outros a tarefa e a obrigação de conduzirmos o estandarte do comprometimento com a terra que todos amamos.

A força e o vigor de uma parceria de cinquenta e cinco anos com a sua Lourdinha, porém, permaneceram intactos até horas antes do seu passamento. Sentado em uma poltrona do quarto do hospital, ouviu da fiel companheira, por telefone: “Quer namorar comigo?” para responder sem pestanejar: “Quero!”. Cinquenta e cinco anos depois, era, provavelmente, a repetição do início da união dos dois. Ela ainda acrescentou que, em assim sendo, iria iniciar imediatamente a confecção do vestido nupcial de crochê.

Em um mundo cada vez mais longe do temor a Deus e do amor ao próximo, testemunhamos que fatos semelhantes nos animam a não desistir da prática do bem; da cordialidade e da fraternidade entre os homens."

Francisco Nery Júnior



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3 comentários


Socorro Mendonça

03/09/2025 - 15:41:59

Falar em Galdino é sem sobra de dúvidas rebentar lembranças que ficaram de setenta anos caminhando juntos. O amor deles vai além desta caminhada materialSou um testemunha do cuidado, carinho e preocupação mútua... as coisas divinas nos surpreende! Bem à moda antiga eles reafirmaram o amor eterno. Daqui envio diariamente o melhor de mim para esta família que amo - UMA PRECE com desejos positivos de aceitação e evolução espiritual.


Jovelina

03/09/2025 - 12:14:00

Adorei a crônica do meu confrade,Nery. Nosso confrade Galdino, partiu rodeado de amor e presenças queridas, poucos têm essa felicidade. Creio que já está registrando no céu imagens celestiais eo canto maravilhoso dos anjos. Você merece tudo isso, meu confrade celeste. Até um dia!!!


João Gomes Araújo

03/09/2025 - 10:19:15

Um amigo incomparável,partiu deixando muitas saudades e lembranças boas,sabemos que de lá êle intercederá muito por seus familiares,amigo e Paulo Afonso, descanse em PAZ.


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