Me faltam palavras pra escrever pra um homem como meu vô.
Me faltam palavras pra expressar minha admiração pela sua vida e pelo legado que ele deixou.
Mas, mesmo em meio ao luto, que pensei não sentir por agora, eu consigo olhar e perceber a sorte que eu tive de ter o jovem Gal como meu vô.
Minha mãe foi criada por ele, e mesmo que eu não o conhecesse, só por quem a minha mãe é eu conseguiria dizer que ele foi um dos homens mais incríveis desse mundo.
Mas ainda bem que eu o conheci e pude ouvir e rir de suas histórias, pude reconhecer a sua sabedoria e herdar um pouco da sua boniteza, pude dizer com orgulho que sou sua neta.
Espero honrar a memória dele e eternizar momentos como vovô Gal fazia em seu jornal.
Que bom saber que Deus foi o seu amigo, que bom saber que meu vô foi como um passarinho.
Bia e Dassa, suas netas mais novas.