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Professor Nery

Páscoa: uma festa cristã?

Publicada em 31/03/24 às 22:35h - 173 visualizações

Francisco Nery Júnior


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Páscoa: uma festa cristã?
 (Foto: Imagem da Net)

O texto que segue nos parágrafos seguintes é uma tradução que fazemos do texto em francês publicado no site www.jw.org/fr/ dos Testemunhas de Jeová. Versa sobre a origem da Festa da Páscoa.

Segundo a Enciclopédia Britânica, a festa de Páscoa é a "principal festa da Igreja Cristã. Ela celebra a ressurreição de Jesus Cristo". Mas é ela verdadeiramente uma festa cristã?

Em primeiro lugar, Jesus recomendou a seus discípulos a comemorar a sua morte. O apóstolo Paulo chamou esta comemoração "A Ceia do Senhor".

Ademais, muitas das tradições da festa da Páscoa "verdadeiramente não dizem respeito " com a ressurreição de Jesus, diz a Enciclopédia Britânica. Por exemplo, com respeito ao ovo e ao coelho, símbolos populares desta festa, a Enciclopédia da Religião explica: "O ovo simboliza a nova vida que sai de uma concha rígida, morta em aparência, "Ela acrescenta: "O coelho era conhecido por sua fecundidade extraordinária e simbolizava consequentemente a chegada da primavera."

Philippe Walker, professor de literatura medieval, explica como tais símbolos acabaram por fazer parte da celebração da Páscoa. Ele escreveu que, durante "a cristianização das religiões pagãs", foi fácil associar a ressurreição de Jesus à festa que celebrava "a passagem da morte invernal para a vida primaveril". O professor precisa que este fato foi primordial [teve parte fundamental] na introdução de "comemorações cristãs", no calendário pagão, o que veio a facilitar a conversão em massa das populações.

Esta "cristianização" não se produziu senão após a morte dos apóstolos porque, durante a sua vida eles colocaram "obstáculo" ao paganismo (2 Tessalonicenses 2:7). O apóstolo Paulo tinha anunciado que após a sua "partida", "alguns homens se levantariam e diriam coisas perversas para atrair os discípulos para suas doutrinas" (Atos 20:29,30). E no fim do primeiro século, o apóstolo João escreveu que alguns começariam a dispersar os cristãos (1 João 2:18,26). Estava aberta a porta para a adoção dos costumes pagãos.

Mas algumas pessoas poderiam pensar que não haveria mal algum em aceitar alguns costumes populares; seria um meio de ajudar os "ímpios" a melhor compreender o que significa a ressurreição de Jesus. Todavia, Paulo jamais teria aprovado tal arrazoado. Ao tempo das suas viagens pelo Império Romano, ele esteve em contato com numerosos costumes pagãos. Entretanto, ele não adotou nenhum deles, nem mesmo para ajudar as pessoas a melhor conhecer Jesus. Ao contrário, ele advertiu os cristãos nestes termos: "Não vos mancomuneis com os não cristãos ["em atrelagem discordante"]. Posto que que semelhança pode existir entre a justiça e a ilegalidade? Ou qual participação tem a luz com as trevas?" Esta a razão porque deveis sair do meio deles, e apartai-vos, diz Jeová, e deixai de tocar as coisas impuras" (2 Coríntios 6:14-17) 

Tradução do francês de Francisco Nery 

 




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