Sábado, 24 de Outubro de 2020
Regional

Pai de Santo consegue primeira vitória contra Netflix

Publicada em 29/09/20 às 13:25h - 168 visualizações

por MF Press Global


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 (Foto: Divulgação)


Babalorixá Alexandre Montecerrath conquistou a primeira vitória contra o Netflix na 26ª Vara Cível do Rio de Janeiro. Em despacho, a juíza Rosana Simen Rangel isentou o pai de santo das custas processuais. Seu advogado, Anselmo Costa, explica esta decisão.

  O processo que o pai de santo Babalorixá Alexandre Montecerrath move contra a produtora do programa Porta dos Fundos e o Netflix teve a primeira decisão nesta semana. A juíza Rosana Simen Rangel, da 26ª Vara Cível do Rio de Janeiro, determinou a isenção de custas processuais para o centro de umbanda Ilê Asé Ofá de Prata em favor do seu representante no processo.

Segundo o advogado Anselmo Ferreira Melo Costa, que representa juridicamente o pai de santo do centro de umbanda no processo, a isenção das custas processuais garante o livre acesso à justiça num estado democrático de direito eis que foi comprovado sua hipossuficiência no processo.

A ação foi impetrada após a exibição do especial de Natal que o Porta dos Fundos fez para a Netflix. De acordo com o pai de santo, o programa trouxe aos espectadores religiosos “um enredo totalmente desrespeitoso, haja vista que, adultera totalmente a história de Jesus perante a todas religiões que o cultuam, eis que traz uma roupagem sexual, palavras de baixo calão, apologia às drogas e, dentre outras coisas que ironizam e debocham com a fé alheia”. O referido filme traz uma imagem de Jesus Cristo homossexual, que faz uso de chás alucinógenos e que, ainda, tem dúvida quanto ao seu dever como filho de Deus.

O pai de santo Babalorixá Alexandre Montecerrath, que representa o centro de umbanda Ilê Asé Ofá de Prata, pede indenização de R$ 1 bilhão não para ele, mas sim para todas instituições religiosas comprovadamentes carentes contra a produtora do programa e contra a plataforma de streaming alegando que a atração é uma “afronta aos valores religiosos” e, por se sentir ofendido, quer ver prevalecer  o valor por danos morais e também exige que o título seja retirado do ar.

(Créditos de: Divulgação / MF Press Global)




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