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Paulo Afonso - quarta-feira, 08 de setembro de 2010 | 07:12
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Folha Sertaneja - Paulo Afonso - BA
17/03/2010 - 02:18
Jornal Folha Sertaneja –Edição Nº 01 - 18 de Fevereiro de 2004
Antônio Galdino
Em 1954 começava o enchimento da barragem Delmiro Gouveia para funcionamento da Usina Paulo Afonso I (depois da 2ª e 3ª Usinas)
Quando a Chesf comemora 62 anos de vida, de bagagem pronta para se transformar na Eletrobrás-Chesf, buscamos nos arquivo do jornal Folha Sertaneja o que de falou desta empresa e encontramos, no Nº 01 deste jornal, uma breve história desta grande empresa. Na época, há 6 anos, ela comemorava 56 anos e, numa linha de tempo mostramos o caminho que a Chesf, 10 anos mais velha, e o município de Paulo Afonso fizeram.
Nesses anos todos, mais de seis décadas, o Nordeste vive outros tempos e a geração da pequena Usina Paulo Afonso I, de apenas 180 mil quilowats de energia elétrica hoje é superior aos 10 milhões de quilowatts.
A presença da Chesf mudou radicalmente a história do Nordeste e a energia que, em princípio se destinava apenas a suprir as carências de sete dos oito estados nordestinos, hoje se espalha por todo o Brasil.
Como proposta e instrumento de pesquisa reapresentamos as páginas daquela edição Nº 01 do nosso Folha Sertaneja e atualizamos alguns dados neste espaço ESPECIAIS da Folha Sertaneja Online, como uma forma que encontramos para parabenizar esta grande empresa onde trabalhei por quase 37 anos o que faz com que me sinta ainda chesfiano.
(O texto é o mesmo publicado pela Folha Sertaneja em 18 de Fevereiro de 2004 quando a Chesf completava 56 anos. Dados mais atuais sobre a Chesf podem ser conseguidos hoje em seu site http://sistema.padigital.com.br//";">www.chesf.gov.br)
Antônio Galdino da Silva – 15 de março de 2010.
Chesf faz o Nordeste crescer. Há 56 anos
A Chesf foi criada em 15 de março de 1948. As obras da Usina Paulo Afonso I foram iniciadas em 1949 e em 15 de Janeiro de 1955 o Presidente João Café Filho inaugurou oficialmente esta Usina que desde dezembro de 1954 já fornecia energia elétrica para o Recife e a partir de 14/01/55, para Salvador. Eram apenas 18 mil quilowats. Energia demais para alguns. Hoje a Chesf produz 60 vezes mais e ainda é pouco.
Na realidade, desde a sua concepção idealizada pelo Engenheiro Apolônio Jorge de Farias Sales, que resultou nos decretos 8.031 e 8.032, de 3 de outubro de 1945, gerar condições para o desenvolvimento do Nordeste, foi seu objetivo.
Depois de mais de meio século de vida, a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco atende a cerca de 45 milhões de nordestinos através de um parque gerador de energia com uma capacidade instalada de quase 11 milhões de KW em suas 14 usinas hidrelétricas e 2 termelétricas. São 87 subestações e 18 quilômetros de linhas de transmissão que levam a energia da Chesf para todo o Nordeste do Brasil, menos o Estado do Maranhão. Através do MAE – Mercado Atacadista de Energia – A Chesf agora vende energia elétrica para todas as regiões brasileiras, a única empresa do setor elétrico a conseguir esse feito.
Neste complexo sem igual no Brasil, e na determinação dos chesfianos, desde os difíceis tempos pioneiros, está toda a energia chesfiana que dá vida e leva progresso ao Nordeste, fazendo história e gerando o futuro, há 56 anos. No governo de Luiz Inácio Lula da Silva as empresas públicas federais acrescentaram à sua missão e visão o cuidado com o homem.
A Diretoria da Chesf, empossada há um ano(2003), ao tempo em que mantém o alto nível de confiabilidade em suas ações de suprimento de energia elétrica para todo o Nordeste do Brasil, volta-se também, com especial atenção para a responsabilidade social da empresa e investe no homem, sua maior energia, o homem chesfiano e todos aqueles que estão na região de influência da área de atuação da Hidrelétrica do São Francisco. A história da Chesf começou em Paulo Afonso, o berço dessa história bonita.
“Delmiro deu a idéia, Apolônio aproveitou. Getúlio fez o Decreto e Dutra realizou.”
Delmiro Gouveia - pioneiro de Paulo Afonso
Os estudos para o aproveitamento do potencial do rio São Francisco para a produção de energia elétrica começaram ainda no século XIX.
Em 29 de novembro de 1890, pelo Decreto nº 1.118, foi dada a João José do Monte o direito de exploração de hidroele-tricidade no rio São Francisco. A concessão caducou, sem aproveita-mento.Em 27 de novembro de 1904, o Decreto nº 5.407 regulamentou o aproveitamento e a transformação da energia hidráulica, no governo Rodrigues Alves.
Antes, em 1903, o cearense Delmiro Augusto da Cruz Gouveia passa a residir na Vila da Pedra, atual Delmiro Gouveia, onde comprou a fazenda de José Correia de Figueiredo.
Em1910, Delmiro Gouveia compra a Fazenda Paulo Afonso, de Ulisses Luna e Faustino Tor-res.Nesse mesmo ano, o inglês Richard George Reidy requer a concessão para a exploração do potencial da Cachoeira de Paulo Afonso, mas o governo brasileiro nega. Em1911, pelo Decreto 520, de 18 de agosto, o governo alagoano dá a concessão para a exploração de energia elétrica na Cachoeira de Paulo Afonso a Delmiro Gouveia. Delmiro contrata o engenheiro italiano Luigi Borella para construir a Usina Angiquinho.
Em 20 de janeiro de 1913 a usina é inaugurada e funciona até 1960.
Em 1914 Delmiro inaugura a Fábrica de Linhas Estrela, na Vila da Pedra. Em 1917 ele é assassinado a tiros, na varanda de sua casa, na Vila da Pedra.
Em 1921 um grupo de engenheiros do Ministério da Agricultura, dentre eles Antônio José Alves de Souza (que 27 anos depois viria a ser o primeiro presidente da Chesf), faz um levantamento topográfico da Cachoeira de Paulo Afonso, por ordem do Ministro Ildefonso Simões Lopes, no governo de Epitácio Pessoa.
Em 1932 o engenheiro Franklin Ribeiro chefia a Comissão Federal de estudos do Rio São Francisco e em 1939 os engenheiros José Augusto Fonseca Rodrigues (da Escola Politécnica Federal de São Paulo) e Sebastião Penteado Júnior elaboram dois anteprojetos de aproveitamento da cachoeira de Paulo Afonso.
Em 1942 o engenheiro Apolônio Jorge de Farias Sales, então Ministro da Agricultura cria o Núcleo Colonial Agroindustrial de Petrolândia - PE, pelo Decreto-Lei nº 4.505, de 22/07/1942. No ano seguinte Apolônio Sales encomenda aos engenheiros Correia Leal e Leopoldo Schinmmelpfeng um projeto para a usina de Itaparica.
Em 1944 o governo Getúlio Vargas contrata a empresa Serviços Aéreos Cruzeiro do Sul para fazer levantamento aero-fotogramétrico do rio São Francisco.
Nesse mesmo ano o Ministro Apolônio Sales entrega ao Presidente Vargas a exposição de motivos GM/598, para a construção da Usina Piloto de Paulo Afonso (foto). A obra foi iniciada em 1945 e inaugurada em 29/10/49 pelo engenheiro Valdemar José de Carvalho, do Ministério da Agricultura.
E nasceu a Chesf
Engº Apolônio Jorge de Farias Sales, criador da Chesf
No dia 3 de outubro de 1945 o Presidente Getúlio Vargas sancionou os Decretos-Lei nºs 8.031 e 8.032 e o Decreto nº 19.706, autorizando a criação da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco - Chesf. Entretando, 26 dias depois, em 29/10/45, Getúlio é deposto e somente após a posse do Presidente Eurico Gaspar Dutra ocorrida em 17 de outubro de 1946, o assunto é retomado pelo Ministro Daniel de Carvalho que nomeia o engenheiro Antônio José Alves de Souza para organizar a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco Sociedade Anômina.
A Chesf só foi efetivamente constituída em 15 de março de 1948 quando é realizada a Assembléia Geral para ese fim. É formada a sua primeira diretoria, sendo indicado para Presidente, o engenheiro Antônio José Alves de Souza; Diretor Administrativo - Adozindo Magalhães de Oliveira; Diretor Técnico - Otávio Marcondes Ferraz; Diretor Comercial - Carlos Berenhauser Júnior.
Ainda em 1948, pelo Decreto nº 25.865, de 24/11/1948, é criado o Parque Nacional de Paulo Afonso.
Em 1949 são iniciadas as obras da Usina de Paulo Afonso, com as escavações da bacia de decantação e Barragem Delmiro Gouveia que tem 4,5 quilômetros e liga os estados da Bahia e Alagoas. Esta barragem alimenta hoje as Usinas Paulo Afonso I, II e III. No final deste ano, em 28/12/49, começam as escavações dos túneis, poços, chaminé de equilíbrio e casa de máquinas.
Presidente Getúlio Vargas recebido pelo Alves de Souza, visita as obras da Chesf
Em 1952 a cidade de Pedra-AL, passa a denominar-se Delmiro Gouveia.
Em 1953, no dia 14 de junho, morre o engenheiro Adozindo Magalhães de Oliveira, diretor administrativo da Chesf. É substituído pelo advogado Afrânio de Carvalho que exercia a função de Consultor Jurídico da Hidrelétrica do São Francisco.
Nesse mesmo ano, pelo Decreto nº 62, de 30/01/1953, o governado da Bahia, Régis Pacheco, eleva o povoado de Paulo Afonso-BA, à condição de Distrito de Glória-BA.
No dia 15 de dezembro de 1954 Recife, capital de Pernambuco é a primeira localidade a receber a energia da Chesf. Em 14 de janeiro de 1955 é a vez da capital baiana, Salvador.
Presidente Café Filho inaugura a Usina Paulo Afonso I em 15/01/1955
Em 15 de janeiro de 1955, o Presidente João Café Filho, acompanhado de grande comitiva, inaugura a Usina Paulo Afonso (PA-I). Com ele estavam os Ministros Eduardo Gomes (Aeronáutica), Teixeira Lott (Exército), Edmundo Jordão (Marinha), José Costa Porto (Agricultura), Aramís Taborda (Saúde), o Presidente da Câmara Federal, Nereu Ramos, os senadores Apolônio Sales e Juracy Magalhães, os deputados federais Daniel de Carvalho, Otávio Mangabeira, Manoel Novais e Armando Fontes, os governadores Régis Pacheco (BA), Rollemberg Garcez (SE), Arnon de Mello(AL), Etelvino Lins(PE) e José Américo (PB), além de deputados estaduais de vários estados nordestinos e prefeitos de muitos municípios da região.
A convite do Presidente João Café Filho, o Diretor Técnico da Chesf, Octávio Marcondes Ferraz assume, em 19/04/55, o Ministério de Viação e Obras Públicas mas fica ministro apenas até 11/11/55 quando retorna às suas funções de Diretor Técnico da Chesf, onde permanece até 15 de março de 1960.
Em 1958 o Distrito de Paulo Afonso é emancipado do município de Glória, pelo governador Antônio Balbino de Carvalho, através da Lei 1.012, de 28/07/1958. Nesse mesmo ano são realizadas as eleições para Prefeito e Vereadores.
Em 7 de outubro de 1958 Otaviano Leandro de Morais, vereador em Glória, comerciante em Paulo Afonso onde possuía o Armazém Sertânia, pernambucano de Sertânia-PE, com o apoio da Chesf, é eleito como primeiro Prefeito de Paulo Afonso. Foram eleitos ainda os vereadores Dinalva Simões Tourinho, Diogo Andrade Brito, Lizete Alves dos Santos, José Rudival de Menezes, José Freire da Silva, Luiz Mendes Magalhães, Manoel Pereira Neto e Noé Pereira dos Santos que formaram a 1ª Legislatura do Município de Paulo Afonso.
15 de março de 2004 – Chesf 56 anos
Engº Marcondes Ferraz, ao centro e chesfianos em frente à Usina PA I
Da primeira diretoria da Chesf, em 1948, até hoje, há uma longa e bela história de lutas e vitórias. Em 18 de dezembro de 1961, morre em Paulo Afonso, de parada cardíaca, aos 65 anos de idade, o Engenheiro Antônio José Alves de Souza. Muito querido de todos, Dr Souza teve o seu corpo transladado para o Rio de Janeiro e sepultado no Cemitério São João Batista. Seu coração, no entanto, está sepultado ao pé do seu busto no monumento ao 1º decênio da Chesf, no Parque Belvedere, onde se lê a inscrição “ O coração que o matou e a permanência na paisagem a que deu vida.”
Em 1962, dia 7 de maio, assume a Presidência da Chesf o seu idealizador, engenheiro Apolönio Jorge de Farias Sales que ficou neste cargo até 1974, dia 5 de maio, sendo substituído pelo Eng. André Falcão. As diretorias da Hidrelétrica do São Francisco (veja box)foram se sucedendo ao longo destas décadas, com estilos direrentes de gestão, de acordo com as diretrizes do governo federal.
A Chesf venceu crises, escassez de água, racionamentos de energia e enchentes mas o desenvolvimento implementado a partir de suas usinas e dos mais de 18 mil quilômetros de linhas de transmissão fizeram dela merecedora do título de Redentora do Nordeste, outorgado da forma mais autêntica pela excepcional sabedoria popular dos sertanejos, nordestinos, beneficiados pela energia extraída das águas. Há dois Nordestes no Brasil: um antes outro depois e com a Chesf .
Na grandeza da Chesf, complexo sem igual no Brasil, e na determinação dos chesfianos - desde os difíceis tempos pioneiros aos dias de hoje - está toda a Energia chesfiana que dá vida e leva progresso ao Nordeste, fazendo história e gerando o futuro, há 56 anos.
E Paulo Afonso é o berço dessa história bonita.
Ao completar 56 anos este ano, o desafio é o combustível que move a Companhia Hidrelétrica do São Francisco – Chesf. Somando pioneirismo com investimentos, assume o compromisso de ajudar o Nordeste a romper barreiras e a ficar sintonizado com a tecnologia, trazendo desenvolvimento para a Região.
No Setor Elétrico Brasileiro existem conquistas que só a Chesf possui. Atualmente, a Empresa detém o maior parque gerador de energia e a maior rede de transmissão de energia elétrica em alta tensão do Brasil.
São 14 usinas hidrelétricas e duas termelétricas com capacidade de produzir 10 milhões e 703 mil kW. Potência para beneficar uma área de mais de 1 milhão de km², correspondente a 15% do território brasileiro. As linhas de transmissão totalizam 18 mil quilômetros, ligadas a 91 subestações que abastecem quase 50 milhões de pessoas.
Investimentos
De acordo com o presidente da Chesf, Dilton da Conti, para este ano estão previstas obras nos Estados do Piauí, Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Paraíba, Bahia, Alagoas e Sergipe. O objetivo é fortalecer a infra-estrutura eletroenergética da Região em decorrência da retomada do crescimento econômico com o surgimento de novos pólos industriais, o aumento no setor de serviços, maior consumo residencial, desenvolvimento da agro-indústria e a expansão da fruticultura irrigada.
A preocupação da empresa tem sido expandir seus sistemas preservando, recuperando e fazendo o uso sustentável dos recursos naturais. Tem, ainda, aprofundado estudos de fontes alternativas de energia. Os mais promissores e ecologicamente viáveis são o uso da energia solar (fotovoltaica e termossolar), eólica e da biomassa florestal (gaseificação da madeira).
O Departamento de Meio Ambiente – DMA, como gestor da Política Ambiental da Empresa, desenvolve e implanta programas de comunicação e educação ambiental, monito-ramento da qualidade da água, recuperação de matas ciliares, replantio seletivo da mata atlântica, resgate e preservação histórico-culturais, dentre tantas outras ações. Tudo por acreditar que, cada um fazendo a sua parte, um futuro bem melhor está garantido em nossa região.
Apoio à Cultura
A Chesf contribui para o desenvolvimento do Nordeste e do Brasil não só produzindo, transmitindo e comercializando energia com qualidade e rentabilidade. A Chesf também entende que o grau de desenvolvimento de um povo se mede a partir da identidade cultural.
É por isso que a Chesf tem procurado valorizar as mais diversas manifestações de caráter popular, se destacando como uma das empresas que mais investe no patrocínio de projetos culturais na região.
Para a Chesf, a atitude de apoiar a cultura nordestina vai muito mais além do incentivo financeiro. Ela traduz o compromisso da empresa de preservar a história e as raízes de nossa gente.
Responsabilidade Social
Ao longo dos seus 56 anos de existência, a Chesf se consolidou como uma empresa propulsora de desenvolvimento sócio-econômico do Nordeste, sempre cumprindo sua responsabilidade social, materializada em diversas frentes de trabalho. Cada usina, subestação, linha de transmissão e instalações da Empresa traz, na sua história, ao se redor, a preocupação em mudar a vida para melhor.
Pesquisa científica e tecnológica, educação, saúde, meio ambiente, cultura, incentivo ao desenvolvimento sustentável são alguns dos programas focados pela Empresa que envolvem seus colaboradores e comunidades na qual está inserida, propiciando o fortalecimento da cidadania.
Não basta para a Chesf ser a maior empresa energética do Brasil. É preciso transformar essa energia em ações que permitam a melhoria da qualidade de vida da sociedade e façam crescer o País.
A travessia do rio no bondinho de madeira, no início das obras de Paulo Afonso -1950
Presidentes da Chesf
Antônio José Alves de Souza - 1948/1961
Amaury Alves de Menezes - 1961/1962
Apolônio Jorge de Farias Sales - 7/5/62 a 5/6/74
André Dias de Arruda Falcão Filho - 5/6/74 a 7/2/78
Arnaldo Rodrigues Barbalho - 24/2/78 a 8/6/78 e 21/3/79 a 3/12/79
Alberto Costa Guimarães - 9/6/78 a 21/3/79
Luiz Carlos Menezes - 4/12/79 a 18/2/83
Rubens Vaz da Costa - 18/2/83 a 15/5/85
Antônio Ferreira de Oliveira Brito 16/5/85 a 27/2/87
José Carlos Aleluia Costa - 27/2/87 a 14/7/89
Genildo Nunes de Souza - 14/7/89 a 28/5/90
Marcos José Lopes - 28/5/90 a 29/3/93
José Antônio Muniz Lopes 30/3/93 a 31/5/93
Júlio Sérgio de Maya Pedrosa Moreira 1/6/93 a 6/10/97
Mozart de Siqueira Campos Araújo, 6/10/97 a 21/01/03
Dilton Conti de Oliveira, a partir de 21/01/2003
Usinas Hidroelétricas da Chesf
|
Usina |
Unidades |
Potência Total |
|
Araras |
2 |
4.000 |
|
Boa Esperança |
4 |
237.300 |
|
Camaçari |
5 |
346.803 |
|
Curemas |
2 |
3.520 |
|
Funil |
3 |
30.000 |
|
Luiz Gonzaga |
6 |
1.479.600 |
|
Apolônio Sales |
4 |
400.000 |
|
Paulo Afonso I |
3 |
180.001 |
|
Paulo Afonso II |
6 |
443.000 |
|
Paulo Afonso III |
4 |
794.200 |
|
Paulo Afonso IV |
6 |
2.462.400 |
|
Pedra |
1 |
20.007 |
|
Piloto |
1 |
2.000 |
|
Sobradinho |
6 |
1.050.300 |
|
Xingó |
6 |
3.162.000 |